Mostrando postagens com marcador Informações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Informações. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de março de 2013

Informativo

Álcool na família está na rotina dos adolescentes que bebem demais


Pesquisa realizada pelo Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), do governo do Estado de São Paulo, aponta que metade dos adolescentes paulistanos que fazem uso abusivo de bebidas alcoólicas tem como alcoólatras na família o pai ou mãe. O levantamento tem como base os atendimentos realizados entre 2002 e 2009, na Capital, com jovens que apresentaram sintomas preocupantes quanto ao uso de bebida alcoólica. Foram ouvidos 512 pacientes entre 12 e 17 anos, 86% do sexo masculino.

http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/79/sala-de-espera-154890-1.asp

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Informativo

Transmissão Vertical do HIV

O maior índice de transmissão vertical ocorre durante o trabalho de parto
A transmissão vertical é a infecção pelo vírus HIV passada da mãe para o filho, durante o período da gestação (intrauterino), no parto (trabalho de parto ou no parto propriamente dito) ou pelo aleitamento materno. 

Logo que a AIDS foi descoberta os indivíduos mais acometidos caracterizavam-se por serem homens e homossexuais; com a disseminação do vírus houve juntamente a feminização, aumentando consideravelmente o número de mulheres portadoras do vírus HIV.

Com isso, as crianças também começaram a ser diagnósticas como portadoras do vírus, principalmente por meio da transmissão vertical ou materno-infantil. Segundo o Ministério da Saúde, o primeiro caso de transmissão vertical do vírus HIV foi diagnosticado em 1985 e os dados do boletim epidemiológico do período de 1980 a 2006 demonstraram que esta via de infecção foi responsável por 78,1% do total de crianças acometidas pelo vírus HIV menores de 13 anos.

O maior índice de transmissão vertical ocorre durante o trabalho de parto ou no momento do parto, totalizando cerca de 65%, enquanto os demais 35% ocorrem intraútero, principalmente nos últimos meses de gestação e pela amamentação considerada um risco adicional, sendo que o risco de transmissão pela amamentação chega a 30% quando a mãe é infectada pelo vírus durante o período de aleitamento.

Visando diminuir o número de infecções pelo HIV pela transmissão vertical, vários estudos foram feitos e comprovou-se a eficácia da utilização dos antirretrovirais na gestante e no recém-nascido como meio de profilaxia para o não desenvolvimento da soroconversão do filho da mãe portadora do HIV.

Entretanto, antes do tratamento ou profilaxia é necessário o diagnóstico da paciente ainda na fase de gestação. Desta forma, as recomendações do Ministério da Saúde (2007) instruem que todas as gestantes devem ser estimuladas a realizar o teste anti-HIV na primeira consulta de pré-natal e se possível no início do terceiro trimestre de gestação, sendo admissível a utilização de testes rápidos se necessário.

Os testes sempre serão precedidos de aconselhamento pré-teste e pós-teste, juntamente com o consentimento da gestante. Para as gestantes que chegam à maternidade sem testes anti-HIV ou sem o resultado da sorologia é recomendada à realização do teste
 rápido para diagnóstico.

Segundo Araújo, Farias & Rodrigues (2006), o diagnóstico precoce do HIV deve ser alcançado especialmente pelas Unidades Básicas de Saúde da Família em virtude dessas serem responsáveis por garantir uma boa cobertura pré-natal e pelo acesso geográfico da população em relação à unidade.
 

Sendo que o acompanhamento pré-natal adequado de uma gestante portadora do HIV é iniciado pelo aconselhamento pós-teste e o apoio emocional no enfrentamento do resultado para consigo e a família.
 

Szwarcwald (2003) verificou em um estudo que a adesão das gestantes à realização do teste anti-HIV ainda é pequena, sendo considerada baixa a realização da testagem no período pré-natal, sugerindo que existem limitações para a realização do aconselhamento e testagem na atenção básica.
 

Assim, é importante atentar que há gestantes HIV positivas que fazem uso de Antirretrovirais (ARV) por seu estado imunológico/clínico (TARV-Tratamento) e outras que ingerem os ARV como meio de profilaxia da transmissão vertical sendo que nesta segunda condição a paciente é avaliada após o término da gestação (duas semanas) para retirada dos ARV por profissional especializado.


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 900 cursos online com certificado
 
http://www.portaleducacao.com.br/enfermagem/artigos/30937/transmissao-vertical-do-hiv?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=47249484&utm_campaign=Top%2010%20-%20062%20-%20Enfermagem&utm_term=_02bj5.cbp.f.wb09.ga.a.f.was.f2.yzlmd#ixzz2L1LJfglW

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Informativo



09.01.2013Especialização gratuita em cuidados pré-natalA Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Universidade Aberta do Brasil (UAB) oferecem 300 vagas em cuidados pré natal para enfermeiros, nos polos de apoio da UAB.
Com 382 horas de aulas teóricas, o curso tem duração de um ano e o início está previsto para 18 de março de 2013. As aulas serão ministradas à distância e haverá um encontro presencial obrigatório no polo onde o aluno estiver matriculado para entrega e apresentação do trabalho de conclusão de curso.

Os pólos de apoio são os de Itapetininga, Jandira, Campinas, Diadema, Santos e São José dos Campos (50 vagas para cada um dos polos). Os pré-requisitos para a inscrição são ser graduado em Enfermagem em curso reconhecido pelo MEC e não estar matriculado em outro curso de especialização da UAB no mesmo período.

Para mais informações de como se inscrever para participar do processo seletivo para o preenchimento das vagas, acesse o edital: http://www.unifesp.br/denf/Especializacao/Prenatal/Edital_prenatal_2013.pdf

Fonte: Comunicação/COREN-SP
http://www.nursing.com.br/article.php?a=1634

sábado, 26 de janeiro de 2013

Colesterol

COLESTEROL - é um tipo de gordura que está presente no nosso organismo e nos alimentos de origem animal: carnes, aves, peixes, ovos, leite, queijos, manteiga. É consumido sem percebermos uma vez que pode estar presente em alimentos preparados e industrializados, tais como cremes, bolos, tortas, sorvetes, pães, empadões, hambúrgueres etc.

A alimentação saudável e atividade física regular favorecem o aumento do HDL, também chamado de bom colesterol. Quando a alimentação é muito rica em gordura de origem animal, o LDL - chamado de mau colesterol - fica acumulado no sangue, podendo depositar - se no interior dos vasos sangüíneos, prejudicando a circulação e aumentando o risco de aterosclerose e de infarto.

Veja a foto a abaixo e saiba mais sobre o Colesterol;

Priscila Raquel (técnica em enfermagem)

Facebbok/Portal do Enfermeiro